quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Jejum pode proteger as células da quimioterapia

Um estudo realizado por cientistas norte-americanos, na Universidade da Califórnia, veio revelar que o jejum pode ajudar a amenizar a toxicidade da quimioterapia.

Em laboratório, os especialistas fizeram jejuar durante dois dias um grupo de ratos e submeteram-nos a elevadas doses de quimioterapia. Ao contrário dos ratos que foram alimentados, os ratos que jejuaram permaneceram vigorosos, mantiveram o peso e não enfraqueceram.

Se não fosse tão destrutiva para o resto do organismo, a quimioterapia não só podia controlar o cancro como efectivamente curá-lo.

Os testes já foram feitos em células humanas e tiveram os mesmos resultados. Agora, a próxima fase é a realização de testes clínicos.

De acordo com especialistas, a descoberta estabelece um novo conceito na biologia do cancro. Durante décadas, os investigadores dedicaram-se a tentar destruir as células cancerígenas e agora estão a concentrar-se na protecção das células saudáveis.

Os médicos acreditam que, dentro de um ano, o jejum associado à quimioterapia pode ser colocado em prática em muitos hospitais.

Fonte: TVI

Cancro mata 40 mil pessoas por ano

Através de métodos genéticos inovadores, a doença tem sido cada vez mais prevenida e combatida.

O cancro apresenta-se como a doença do futuro. A que mais mata. Mas no dia em que se cumpre o dia mundial contra o cancro, assinala-se também a arma terapêutica que pode ajudar a prevenir a doença.

O número de casos de cancro aumenta a cada ano que passa. Os cancros com maior incidência são os da próstata no homem, e o da mama na mulher. Agora com base no estudo genético pré-implantatório pode-se prever o risco de cada um de herdar ou não a doença do cancro:
Rastreios ajudam a prevenir o cancro e a tratá-lo precocemente. Actualmente o cancro mata 40 mil por ano.

Fonte: TVI

Aparelho respiratório afecta mais os homens, colón atinge mais as mulheres

Os tumores do aparelho respiratório e da próstata são os mais frequentes nos homens portugueses, enquanto os do cólon e da mama afectam sobretudo as mulheres, segundo dados do Registo Oncológico Regional Sul.
O cancro é um dos principais problemas de saúde, que consome muitos recursos e que, segundo o Registo Oncológico (ROR-Sul), necessita de uma estratégia integrada para a sua prevenção e controlo.
Nos dados hoje divulgados, são apresentados os resultados da incidência, sobrevivência e prevalência dos dez tumores mais frequentes na população residente nas regiões de Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo, Algarve e Região Autónoma da Madeira, considerando os casos diagnosticados no período 2000-2001.
Os dados indicam que os dez tumores mais frequentes no que respeita à incidência, considerando ambos os sexos e excluídos os da pele, são: mama, próstata, cólon, traqueia brônquios e pulmão, estômago, recto, bexiga, linfoma não Hodgkin, corpo do útero e colo do útero.
Ana Miranda, directora do Registo Oncológico Sul, disse à Lusa que o estudo revela que existem assimetrias regionais em termos de sobrevivência, tendo em conta os estádios diferentes do diagnóstico.
Em regiões como a Madeira a situação chega a ser dramática, considerou, dizendo que "há casos em que apenas já só é possível dar cuidados paliativos".
Entre os dez cancros referenciados na publicação do ROR-Sul, o da traqueia, brônquios e pulmão foi responsável pela maior percentagem de mortes, afectando mais os homens.
Igualmente elevada é a taxa de cancro do cólon.
Este tipo de cancro é o terceiro mais frequente nos homens e o segundo mais frequente nas mulheres, especialmente em Lisboa e Setúbal, dois distritos que registam as mais elevadas taxas de prevalência.
Entre 2000-2001 este cancro foi responsável por cerca de 10,5 mortes por cancro.
Relativamente ao cancro da mama feminina, os dados indicam que são anualmente diagnosticados cerca de 4.500 novos casos, sendo esta a primeira causa de morte por neoplasia no sexo feminino, registando 19 por cento do total de óbitos por cancro.
Ainda no que respeita aos tumores que afectam as mulheres, o estudo revela que o cancro do colo do útero apresenta em Portugal a mais alta taxa de incidência e é a segunda mais alta causa de mortalidade por tumor maligno de entre os países europeus.
Já no que respeita ao cancro da próstata, os dados revelam que é responsável por oito por cento da mortalidade de cancro nos homens, sendo a quinta causa de morte por neoplasia maligna.
Lisboa e Setúbal registam a maior incidência deste tipo de cancro.
O Registo Oncológico Regional Sul integra todas as instituições públicas de saúde (hospitais e centros de saúde), que se localizam na região de Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo, Algarve e Região Autónoma da Madeira, recolhendo e tratando a informação sobre os casos de tumores malignos que ocorrem na população residente (cerca de 4.500.000 habitantes).
Os cuidados de saúde prestados à população residente na área abrangida pelo ROR-Sul são assegurados por 40 hospitais públicos (agregados ou não a centros hospitalares), um hospital universitário (hospital de Santa Maria), uma rede de 147 centros de saúde, ou unidades de saúde familiares, o instituto português de oncologia de Lisboa de Francisco gentil e alguns hospitais e clínicas provadas, ou de gestão privada.
Fonte: RTP

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Anúncio

Este anúncio passou na televisão espanhola há algum tempo. Vejam por vocês:

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Princípio activo diminui riscos de reincidência do cancro da mama

A administração do ácido zoledrónico em conjunto com a terapêutica hormonal após cirurgia diminui em 36 por cento o risco de reaparecimento (recorrência) do cancro ou morte, quando às pacientes foi diagnosticado um cancro numa fase inicial e estejam em pré-menopausa. Os dados são revelados por um estudo publicado no «The New England Journal of Medicine».A investigação foi levada a cabo pelo Grupo Austríaco de Estudo do Cancro da Mama e do Cólon (ABCSG) e é o primeiro grande estudo de Fase III que comprova que o ácido zoledrónico oferece uma significativa protecção contra o reaparecimento (recorrência) do cancro da mama em mulheres na pré-menopausa. Uma investigação prévia havia já sugerido que a substância activa podia ter efeitos anti-tumorais directos, ajudando a combater o reaparecimento e propagação do cancro antes de atingir um estágio avançado.

in http://www.cienciahoje.pt/

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Visita à Liga Portuguesa Contra o Cancro

Já foi na quarta-feira que fizemos uma visita à Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC), mas como tivemos teste de Biologia na quinta e de Português na sexta, só hoje tivemos oportunidade de vir cá contar como foi.

A LPCC fica situada num edifício junto ao IPO de Lisboa. Quando lá chegámos, fomos recebidas por Maria Luísa Afonso, um elemento da direcção desta instituição a quem aproveitamos para agradecer desde já. Juntamente com grupos de mais três escolas, reunimo-nos com ela durante cerca de uma hora, de modo a que nos pudesse explicar como surgiu esta instituição, qual a sua organização, os objectivos da sua existência e as actividades realizadas. De seguida, visitámos as instalações onde são realizadas as diversas actividades proovidas pela liga. Em baixo, encontram-se algumas fotos. Enjoy it ;)

Reunião de grupo
Clube "Gente sem Cigarros"

Movimento "Vencer e Viver" - Próteses mamárias

Latas utilizadas na angariação de fundos (A imagem não dá a noção do tamanho do armazém... É enorme!)


Material a oferecer na pediatria do IPO (Roupas, brinquedos, etc)

IPO de Lisboa


Foto de grupo com voluntária da LPCC

Vírus Transmitido por Sexo Oral Está Relacionado com Cancro Oral

Um novo estudo efectuado é o primeiro a estabelecer em definitivo a ligação entre a DST do papilomavírus humano e o cancro oral. “Torna-se absolutamente evidente que a infecção oral do HPV é um factor de risco”, disse Maura L. Gillison, professora assistente de oncologia e epidemiologia das Instituições Médicas Johns Hopkins e coordenadora do estudo.

Gillison e colegas estudaram 100 pessoas com cancro orofaríngeo, cancro das amígdalas e tecido envolvente, e 200 sujeitos semelhantes sem a doença. Descobriram que os indivíduos infectados com HPV tinham cerca de 32 vezes mais probabilidade de desenvolver uma forma de cancro oral do que aqueles que não tinham HPV.

Quando os investigadores examinaram o historial sexual dos sujeitos, descobriram que o número de parceiros constituía um factor de risco para o cancro. Individuos que tinham entre um e cinco parceiros de sexo oral tinham 3.8 vezes maior probabilidade de o desenvolver do que aqueles com menor número de parceiros, e os que tinham seis ou mais parceiros de sexo oral tinham 8.6 vezes maior probabilidade. Isto permanecia verídico quer os parceiros fossem do sexo masculino ou feminino.

Os especialistas alegam que estas revelações podem ajudar a explicar a razão pela qual as taxas de cancro oral têm vindo a aumentar em anos recentes, especialmente entre pessoas mais jovens que não são fumadores nem consumidores assíduos de álcool – tipicamente considerados os grupos de maior risco. “Tem-se verificado uma espécie de alteração de tendência nos últimos 10 anos acerca do tipo de pessoas que nós vemos com este tipo de cancro”, disse Gillison.

“Muitos adolescentes, e adultos também, dizem que se envolvem na prática de sexo oral por o encararem como um tipo de relação sexual de menor risco”, declarou Mark A. Schuster da Universidade de California-Los Angeles e Rand Corp. “O que este artigo e outros demonstram é que se pode, em absoluto, ficar infectado [com uma DST] através do sexo oral.”

O tipo de cancro orofaríngeo associado com o HPV afecta cerca de 11,000 Americanos todos os anos.